Importações de petróleo da China saltam 15,8% no 1º bimestre de 2026, enquanto gás apresenta leve recuo
Dados do governo chinês mostram queda no valor financeiro das transações; Rússia consolida liderança como principal fornecedora de energia ao país
As importações chinesas de petróleo registraram um aumento expressivo de 15,8% nos meses de janeiro e fevereiro de 2026 na comparação anual, totalizando 96,93 milhões de toneladas, enquanto o fornecimento de gás natural recuou 1,1%, caindo para 20,1 milhões de toneladas. Apesar do forte volume físico, o valor financeiro desembolsado pelas entregas de petróleo e gás no período sofreu quedas de 5,2% (para US$ 44,32 bilhões) e 12,7% (para US$ 8,44 bilhões), respectivamente. O balanço aduaneiro reforça a posição da Rússia como a principal exportadora de recursos energéticos para o gigante asiático. No acumulado de 2025, a China já havia adquirido 100,72 milhões de toneladas de petróleo russo (uma redução de 7,1%), além de 9,79 milhões de toneladas de GNL (uma alta de 18,2%), conforme reportado pela agência de notícias russa TASS, que também destacou um salto de 25% nas entregas de gás por meio do gasoduto Poder da Sibéria (Power of Siberia), atingindo a marca de 38,8 bilhões de metros cúbicos.
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